Como disse o guru americano Peter Drucker: “A melhor forma de criar o
futuro é criá-lo”. O que fazer então para criar o futuro?


Nas últimas duas décadas, ocorreu uma evolução dramática no mundo da
IA. O que mudou no âmbito emprego? No passado, as ondas de
automação, desde a revolução industrial, via introdução da linha de
montagem até os robôs industriais, foram principalmente atividades
manuais que foram substituídas por máquinas e robôs. Hoje em dia,
profissões que, até então, eram consideradas como praticamente não
automatizáveis, entram na mira da IA, tais como Juristas, Marketeiros ou
Consultores Empresariais.


O mercado de trabalho demanda novas soluções.
O mais tardar, em 2018, a IA ganhou um impulso fulminante, quando a
OPEN AI publicou os primeiros “Generative-Pre-Trained Transformer –
GPT” models. O conceito “Transformer” popularizou-se com GPT-3, GPT-4
e, principalmente desde 2021, com o ChatGPT, que decretou o alcance
das aplicações de IA no mainstream (amplamente aceito pela maioria das
pessoas.).


A Mídia Social tornou-se o palco onde se ilustra, de forma impactante, a
capabilidade da IA – da produção de textos até os “assistentes de voz”.
A evolução do mercado de trabalho em decorrência da IA é alarmante,
mas longe de configurar um cenário distópico, onde milhões de lugares de
trabalho são destruídos. O que existe é uma migração de empregos
estabelecidos para oportunidades novas. Na nova era da revolução
tecnológica, as empresas buscam desesperadamente talentos em IA e
remuneram em níveis “na lua”.


Na medida em que as novas vagas não são preenchidas, a capacidade de
inovação e, consequentemente, a competitividade leva à falta de
produtividade no primeiro momento, indo para a paralisação de projetos e
sobrecarga de equipes.

Por que se fala nesta onda de um “tsunami”geral? A IA vai invadir
praticamente todos os setores: da indústria via o comércio até a Fintechs e
por que não, o setor público. Quem investe tarde demais e qualifica
devagar demais, “perde o trem”.

O que fazer? O negócio é pensar em qualificações, como programação,
cloud technology, machine learning até data-analytics, o processo de
interpretar dados para encontrar padrões, tendências e insights úteis,
visando apoiar a tomada de decisões e otimizar processos em diversas
áreas, como negócios e gestão em geral, bem como tecnologia e
marketing em particular. Importante: o desenvolvimento destas capacidades deveria ser parte integrante desde a grade escolar até grades
de institutos de ensino – plataforma fértil para um aprendizado contínuo.

O maior desafio reside na dinâmica exponencial da mudança tecnológica.
A tendência é que a IA se torna a base tecnológica da economia, um
pacesetter (padrão a ser seguido) do crescimento econômico.

Qual é o alerta chave? A revolução da IA não ocorre apenas em algoritmos
e softwares, mas deve ocupar seu espaço na cabeça e na carreira das
pessoas, que podem e devem construir as ferramentas e os produtos da
IA, a partir de iniciativa ousada e do pensamento crítico. Estas
competências, por sua vez, não são capacidades natas da IA e sim da
inteligência humana. Portanto, vale o alerta: por mais que a IA avance,
nunca é motivo para „pendurar o cérebro”; uma inteligência não vive sem
a outra para explorar o seu real potencial.

A proposta do programa Gestão + IA facilita a imersão
no fascinante universo da IA. Está aí um guia para transformar medo em
curiosidade e resistência em aprendizado, ingrediente decisivo de um líder
que faz a diferença acontecer. Por que não fazer da IA um aliado do
crescimento profissional?!


IA – oportunidade ou risco, escolha o time no qual você vai jogar…

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Artigo escrito pelo consultor Werner Kugelmeier

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