CEOs com medo da inteligência artificial? Sim. E eles têm bons motivos.

Um levantamento recente (Cisco/Valor Econômico) mostrou que 74% dos CEOs admitem que sua falta de entendimento sobre IA já afeta decisões estratégicas.

Segundo a Forbes, 43% deles temem inclusive ser substituídos por ela.

O paradoxo?

A maioria reconhece o potencial da IA para reduzir custos, aumentar eficiência e acelerar a inovação.

Mas poucos sabem por onde começar.

Menos ainda se sentem prontos para conduzir essa transição.

Essa não é só uma questão técnica. É uma questão de liderança.

O CEO do passado era o especialista em tudo.

O CEO do presente é quem orquestra competências, maximiza recursos e cria visão estratégica em ambientes imprevisíveis.

E isso inclui liderar com (e através de) inteligência artificial.

Como disse Vitor Roma, da Keeggo:

“O CEO atual deve garantir que os especialistas estejam bem e tenham tudo para entregar o máximo — potencializados pela IA.”

O que está em jogo não é apenas produtividade. É relevância.

A IA não substitui pessoas. Ela substitui funções, posturas e modelos mentais ultrapassados.E ela já está fazendo isso. Silenciosamente. Rapidamente.

A pergunta não é se a IA vai afetar sua empresa.

A pergunta é: quem vai conduzir essa mudança — você, (outro alguém mais preparado) e/ou o mercado?

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